Controle tecnológico · obras rodoviárias
Amostra, ensaio, critério da norma, veredito e laudo no mesmo lugar — da camada final do aterro à placa de concreto, com o rastro de quem fez cada coisa.
Ver o corte ↓Seção transversal · BR-304/RN
Cada camada tem a sua especificação de serviço e os seus ensaios. O Crivo organiza o controle do jeito que a obra é construída: de baixo para cima, lote por lote.
Camada 01 / 05
Subleito · camada final DNIT 108/2009-ES
Umidade · Proctor · frasco de areia
Reforço do subleito DNIT 138/2010-ES
ISC e expansão · grau de compactação
Sub-base de solo-cimento DNIT 058/2004-ES
Compressão axial · durabilidade
Concreto compactado com rolo DNIT 460/2025-ES
VeBe · compressão · flexão
Placa de concreto DNIT 049/2013-ES
Tração na flexão · abatimento · espessura
71
tipos de ensaio no catálogo
101
normas DNIT e DNER catalogadas
21
camadas e serviços
0
limites inventados pelo sistema
Como funciona
O laboratório lança o ensaio. O sistema calcula. O critério que a obra aprovou decide. Sem critério aprovado, nada de veredito: o laudo sai provisório.
01
Amostra
Coleta com norma de amostragem, km, estaca e quem coletou.
02
Ensaio
Formulário do método; cálculo automático com versão gravada.
03
Critério
Limite da ES conferido e aprovado por quem responde pela obra.
04
Veredito
Aprovado, reprovado ou pendente. Reprovado abre não conformidade.
05
Laudo
Imutável depois de emitido. Correção vira nova versão, com motivo.
DNIT 011/2004-PRO
Lotes de inspeção, verificações previstas e realizadas em VI, VP e VPd, e a frequência de cada fase apurada a partir do que foi de fato lançado. Executante, supervisão e fiscalização lado a lado.
92%
FVI
Insumos
78%
FVP
Produção
64%
FVPd
Produto
F = (TVr ÷ TVe) × 100 · valores ilustrativos
Acesso liberado pela empresa responsável pela obra.